Toda garagem daqui já foi uma garagem sem ponto de recarga, com um dono na mesma dúvida que talvez você esteja agora: vai ficar bonito? vai ficar seguro? vai aguentar?
Olhe o acabamento, o percurso do eletroduto, a organização do quadro. É o mesmo padrão que vai para a sua vaga, e é por isso que a gente fotografa tudo.
Esta página reúne instalações de carregador veicular executadas pela Wallbox Brasília no Distrito Federal, em casa e em edifício. São fotos das nossas próprias instalações, feitas no local, com o cliente presente e o sistema já funcionando.
Clique em qualquer foto para ampliar e use as setas para passar pelo acervo. Abaixo, quatro instalações contadas por dentro.
Quatro instalações por dentro
As fotos mostram o resultado. Estes quatro casos mostram a decisão difícil que cada um exigiu, que é o que realmente diferencia uma instalação de outra.
Asa Norte: edifício com sistema SAVE implantado, quatro unidades na mesma semana
Região: Asa Norte Tipo de imóvel: apartamento em edifício que executou reforma elétrica e implantou a infraestrutura tronco do sistema SAVE antes de qualquer contratação individual Configuração de rede: monofásica 220 V Potência entregue: 7,4 kW, dentro do teto de 7,5 kW definido pelo próprio condomínio Distância do quadro até a vaga: 12 metros por via, 36 metros de condutor Infraestrutura executada: percurso pela infraestrutura tronco do SAVE, da sala de medição à garagem do subsolo, em eletroduto de aço galvanizado de 1 polegada Condutor: flexível 10 mm², isolação 1 kV, dupla isolação, composto HEPR classe térmica 90 °C, três vias identificadas por cor, com terminais pré-isolados tipo olhal Quadro: de sobrepor na vaga, 8 DIN, PVC, porta fumê, IP40, fixado na pilastra Proteções: disjuntor curva C 40 A no quadro de comando da sala de medição para seccionamento exclusivo da unidade, IDR bipolar 40 A Tipo A 30 mA na vaga, dois DPS Classe II 275 Vca, e tomada de apoio 2P+T 20 A em circuito dedicado Prazo de execução: dois dias
O obstáculo: o diâmetro do eletroduto. O guia técnico do condomínio indicava eletroduto de 25 mm. Em campo, a infraestrutura tronco estava executada em aço galvanizado de 1 polegada. Foi essa a adotada, porque com condutor de dupla isolação o diâmetro menor comprometeria a taxa de ocupação prevista em norma. A divergência entre o documento do prédio e o que a norma pede foi registrada e justificada no memorial entregue à administração.
O que veio junto e não estava no orçamento de ninguém. Antes da conexão foi executado teste de carga nas fases de alimentação da unidade, na caixa de derivação da sala de medição, com as cargas do apartamento em operação, para identificar a fase de menor carga. O circuito foi conectado à fase de menor carga daquela prumada, e a fase utilizada ficou registrada por escrito para a administração. À medida que novas unidades recebem carregadores, essa identificação é o que permite distribuir os circuitos entre as três fases e evitar sobrecarga concentrada em uma delas.
Por que este caso importa: a empresa entrou como primeiro morador. Quatro unidades foram concluídas na mesma semana e a quinta ficou programada. Quando a obra do primeiro é bem feita, os vizinhos veem o quadro na pilastra e perguntam quem fez.
Sudoeste: edifício com prumada no limite, décima unidade
Região: Sudoeste Tipo de imóvel: apartamento em edifício com sistema SAVE já implantado, com painel de medição coletiva, caixa de passagem após a medição, quadro intermediário dos carregadores e eletrocalha no teto da garagem Configuração de rede: monofásica 220 V Potência entregue: 7,4 kW Distância do quadro até a vaga: aproximadamente 45 metros por via Infraestrutura executada: circuito dedicado derivado do painel de medição coletiva, com percurso pela eletrocalha do teto da garagem, na mesma rota dos demais pontos do edifício Condutor: 10 mm² dupla isolação 1 kV, três vias Quadro: trilho DIN implantado no quadro intermediário do SAVE, mais disjuntor curva C 40 A para o circuito da unidade, e quadro de proteção de sobrepor na vaga Proteções: disjuntor geral, disjuntor do carregador, disjuntor da tomada de apoio, dispositivo diferencial residual de 30 mA adequado ao carregador e dois DPS Classe II de 275 Vca, um na fase e um no neutro Tomada de apoio: industrial de painel 2P+T 20 A 250 V, em circuito exclusivo
O obstáculo: a prumada chegou ao limite. A unidade está vinculada a uma prumada que, conforme o projeto do SAVE do edifício, já se encontra no limite de pontos de recarga previstos para o respectivo painel de medição. Em análise de carga anterior, o engenheiro projetista do sistema autorizou a inclusão de mais um ponto, e a execução ficou condicionada à reconfirmação dessa liberação.
Por que este caso importa: é a prova viva de que quem instala primeiro garante o ponto. Não é argumento de venda, é um edifício de Brasília em 2026 que chegou ao limite da prumada. Daí em diante, cada ponto novo depende de análise de carga e de autorização de terceiro. A empresa entrou como primeiro morador neste prédio e está fechando a décima unidade.
A ressalva que protege os dois lados. A metragem de aproximadamente 45 metros por via foi obtida por medição do percurso disponível na visita técnica. Desvio de rota imposto por obstáculo não visível no momento da medição é resolvido pelo caminho tecnicamente mais adequado, sem alteração do valor proposto, e comunicado no momento da constatação.
Noroeste: a folga de carga que ninguém tinha ido procurar
Região: Noroeste Tipo de imóvel: apartamento em edifício sem sistema SAVE implantado Configuração de rede: monofásica 220 V Potência entregue: 7,4 kW Condutor: o cabeamento original de 6 mm² foi substituído por 10 mm², para garantir menor queda de tensão, maior capacidade de corrente e margem térmica adequada ao funcionamento contínuo em 32 A
O obstáculo: o condomínio e a administradora questionaram a instalação por carga. A resposta foi técnica e documental. A unidade tem carga declarada de 30 kW junto à distribuidora. No cálculo original do projeto elétrico do edifício foram previstos dois chuveiros elétricos de 7,5 kW cada, 15 kW no total. Esses chuveiros não são utilizados, porque o aquecimento do edifício é a gás. Existe, portanto, sobra efetiva de 15 kW na carga já declarada, mais que suficiente para um carregador de 7,4 kW, sem necessidade de solicitar aumento de carga.
Por que este caso importa: muito edifício antigo de Brasília tem carga declarada com previsão de chuveiro elétrico que nunca foi usada, porque o aquecimento é a gás. A folga existe no papel e quase ninguém foi conferir. Descobrir isso evita uma obra de aumento de carga e o prazo que vem com ela. É a resposta para a objeção que mais trava instalação em apartamento no Plano Piloto.
Casas: o padrão que se repete
A instalação residencial em Brasília tem uma forma dominante, e vale descrever o padrão antes dos cards individuais.
O quadro geral quase sempre está longe da vaga, porque garagem de casa em Brasília costuma ficar na frente e o quadro fica no corredor de serviço ou na área de trás. O percurso médio das obras executadas fica entre 8 e 25 metros por via. A infraestrutura é construída nova, exclusiva e aparente, com eletroduto próprio, porque o eletroduto que já existe na garagem alimenta tomadas de uso geral, leva vários circuitos juntos e não comporta o condutor a partir de 10 mm² EPR ou HEPR que uma instalação de recarga pede.
O quadro na vaga segue sempre a mesma arquitetura: proteção geral comum, e depois dela dois circuitos exclusivos, um para o carregador e outro para a tomada de apoio de 20 A, sem compartilhar disjuntor. dispositivo diferencial residual de 30 mA adequado ao carregador e dois DPS Classe II, um na fase e um no neutro, com a corrente de descarga definida conforme o sistema elétrico da edificação.
A sua garagem pode estar na próxima página
Se você chegou até aqui olhando foto por foto, provavelmente já imaginou o carregador na sua parede. Manda uma foto da sua vaga e do seu quadro que a gente te mostra exatamente como fica, com o percurso que faria sentido no seu caso.
Regiões onde a empresa já executou
Lago Sul, Lago Norte, Park Way, Jardim Botânico, Sudoeste, Noroeste, Asa Norte, Asa Sul, Águas Claras, Vicente Pires, Guará, Taguatinga e o entorno do Plano Piloto.
Cada região tem uma característica elétrica que muda a instalação. Casa de condomínio horizontal no Jardim Botânico e no Park Way costuma ter padrão de entrada afastado da edificação, com percurso longo e trecho enterrado. Apartamento no Sudoeste e no Noroeste quase sempre exige leitura do projeto do SAVE do edifício antes de qualquer proposta. Casa em Vicente Pires e no Guará frequentemente tem quadro geral antigo, sem espaço em trilho DIN, e o serviço começa por criar esse espaço.
O que existe de registro em cada obra
Toda instalação concluída gera Relatório de Comissionamento, entregue em PDF, com os valores medidos de resistência de isolamento, continuidade do condutor de proteção, tensão em vazio e sob carga, corrente por fase, e o tempo de atuação do dispositivo diferencial residual em ensaio com corrente de teste.
O registro fotográfico do percurso, feito antes do fechamento, é o que permite saber depois o que ficou dentro do eletroduto. É por isso que a documentação existe: não é formalidade, é a memória da obra.
Sua instalação vai virar um caso desta página?
Se você autorizar, sim, sempre sem identificar apartamento, bloco ou nome. Se preferir que não, a obra é feita igual e não aparece aqui. A autorização é perguntada na entrega, nunca presumida.
Perguntas frequentes
Vocês instalam em qual região de Brasília?
Em todo o Distrito Federal. As obras já executadas estão concentradas no Lago Sul, Lago Norte, Park Way, Jardim Botânico, Sudoeste, Noroeste, Asa Norte, Asa Sul, Águas Claras, Vicente Pires, Guará e Taguatinga. Atendimento no entorno é avaliado por distância na visita técnica.
Por que as fotos não mostram o nome do prédio ou a casa?
Porque endereço de contratante não é material de divulgação. Cada obra aparece com região, tipo de imóvel e dado técnico, que é o que ajuda quem está decidindo, sem expor quem já contratou.
Vocês já instalaram no meu prédio?
É provável, e a resposta é rápida: mande o endereço pelo WhatsApp. Se já houve instalação ali, a rota, o ponto de derivação e as exigências do condomínio já são conhecidos, e isso reduz o prazo da sua.
Qual foi a maior distância já executada?
As obras em apartamento com sistema SAVE chegaram a aproximadamente 45 metros por via, derivadas do painel de medição coletiva. Em casa, o percurso costuma ficar entre 8 e 25 metros por via.
Por que a instalação fica aparente nas fotos?
Porque a infraestrutura de recarga precisa de caminho exclusivo. O eletroduto que já existe na garagem alimenta tomadas de uso geral, leva vários circuitos juntos e não comporta cabo de 10 mm². A página sobre acabamento explica o porquê e mostra as alternativas.
Dá para ver o relatório de uma obra dessas?
Sim, com dados do contratante removidos. Peça pelo WhatsApp o modelo de Relatório de Comissionamento e o memorial descritivo de instalação em edifício.
Mande as fotos e receba a análise do especialista.
Foto do quadro elétrico, do medidor e do ponto onde o carregador vai ficar, mais um vídeo curto do trajeto entre eles. Com isso o especialista já avalia o seu cenário e te passa um valor mais preciso, sem visita e sem compromisso.
Falar no WhatsAppAtendimento de segunda a sexta, 08:00 às 18:00 🛡️